Em audiência de custódia, Justiça do DF mantém prisão de suspeito de matar e desfigurar professor

A Justiça do Distrito Federal decidiu manter a prisão de Guilherme Silva Teixeira, de 24 anos, suspeito de matar o professor João Emmanuel em Sobradinho II.

A decisão aconteceu durante a audiência de custódia do suspeito, na manhã desta quarta-feira (7). A prisão em flagrante de Guilherme foi convertida em prisão preventiva.

João Emmanuel Ribeiro Gonçalves de Moura Carvalho, de 32 anos, foi encontrado morto no domingo (4). Guilherme Silva Teixeira foi preso em flagrante na segunda (5) e, segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime.

Guilherme agrediu João Emmanuel com chutes e socos, e pisoteou o rosto da vítima. A polícia diz que suspeita que o crime foi motivado por homofobia.

Suspeito preso

Imagens mostram o momento em que Guilherme Silva Teixeira foi preso na noite desta segunda.

Ele afirmou aos policiais que estava na parada de ônibus aguardando uma carona e discutiu com a vítima. Em seguida, o agrediu e o deixou caído no chão, ainda agonizando.

O suspeito diz, ainda, que entrou no carro do patrão momentos depois e seguiu normalmente para o serviço.

O patrão de Guilherme foi autuado pelo crime de favorecimento pessoal – quando alguém ajuda um criminoso a escapar da cena do crime e das autoridades, mas não participa do crime em si. Ele foi liberado após se comprometer a comparecer em juízo.

Quem era João Emmanuel

Parada de ônibus onde homem foi encontrado morto no DF fica próxima da casa da vítima — Foto: reprodução

Parada de ônibus onde homem foi encontrado morto no DF fica próxima da casa da vítima — Foto: reprodução

João Emmanuel Moura era natural de Teresina, no Piauí, e trabalhava como professor em uma escola privada da região. Ele era filho do vice-prefeito do município de Isaías Coelho, no Piauí, George Moura.

Em nota, o Instituto São José lamentou a morte do professor e disse que a presença de João marcou profundamente a história da instituição e a vida dos alunos.   G1-PI

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