Aluno da Uespi de Piripiri cria aplicativo para o Parque Nacional de Sete Cidades

Aluno da Uespi de Piripiri cria aplicativo para o Parque Nacional de Sete Cidades

22 de agosto de 2019 às 21:42Por Rodolfo Valentim

[O aplicativo traz informações dos pontos de visitação, preços e planos de passeio, mapas]O estudante de Ciências da Computação da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) de Piripiri, Vinícius da Silva, produziu um aplicativo sobre o Parque Nacional de Sete Cidades que funciona como um catálogo virtual, com informações dos pontos de visitação, preços e planos de passeio, mapas, como chegar ao parque e imagens dos locais visitados.

O estudante conta que teve a ideia de criar o aplicativo PARNA Sete Cidades por conta de uma carência do local. O app está em constante atualização com o objetivo de torná-lo melhor e mais informativo.

BAIXE AQUI O APLICATIVOApresentado à sociedade no Congresso Nacional das Unidades de Conservação do Delta do Parnaíba (Coruc), o aplicativo, segundo o seu criador, é um importante difusor de informações do parque. “O parque é um ótimo centro de turismo e todos precisam conhecer. O parque já tinha redes sociais, agora tem um app também. Por meio dele, as pessoas podem se interessar e saírem de suas casas para visitar o parque, independentemente da distância”, pontua.

Segundo o chefe do parque, Waldemar Justo, a ligação com o jovem estudante surgiu quando foi aberto um edital no Parque Nacional de Sete Cidades para a seleção de novos condutores. “O Vinícius fez parte desse processo seletivo, foi entrevistado e vi a capacidade dele. Devido ao interesse dele em estar conosco e colocar em prática os seus conhecimentos, tornou-se bolsista do parque”, pontua.

Ainda segundo o chefe do parque, a bolsa dada ao estudante é a comprovação da boa relação do parque com a Uespi.

De acordo com o professor do curso de Ciência da Computação da Uespi de Piripiri, Vigno Moura, a cooperação técnica da Uespi com o Parque tem como objetivo auxiliar no desenvolvimento tecnológico dele. “Nós queremos fazer um parque tecnológico. Almejamos fazer um sistema de realidade aumentada com muitas informações sobre o parque. Temos o interesse, também, de colocar câmeras no espaço e uma rede interna de internet. Além disso, inserir o modelo de pagamento em cartão. O objetivo é fazer uma espécie de revolução, com o intuito de atrair mais visitantes, gerar mais renda e fazer com que o parque cresça cada vez mais”, finaliza.

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