Alunos de Fisioterapia da Faculdade Chrisfapi participam da II Marcha pelo Parto Humanizado.

Alunos de Fisioterapia da Faculdade Chrisfapi participam da II Marcha pelo Parto Humanizado.

01 de dezembro de 2014 às 23:19Por Rodolfo Valentim

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Aconteceu  no sábado (29 de novembro), às 16h, na Avenida Raul Lopes, em Teresina, a II Marcha pelo Parto Humanizado. O evento, com concentração na Ponte Estaiada, buscou conscientizar a sociedade sobre a importância do nascimento através do parto normal humanizado e os benefícios para as futuras mães e para os bebês.

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A marcha foi promovida pelo Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (COREN – PI) e pela Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiras Obstetras do Piauí (Abenfon-PI), além do apoio de todas as maternidades da capital, do Ministério da Saúde e de mais de 30 instituições, inclusive a Faculdade CHRISFAPI.

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A CHRISFAPI foi representada pelos alunos do Curso de Fisioterapia, especificamente os discentes do bloco 07, disciplina Fisioterapia em Ginecológica e Obstetrícia, ministrada pela Professora Nidiany Medeiros.

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Em pesquisa realizada pela revista Crescer, publicada pela Editora Globo, 81% de 1.856 mães, fizeram cesárea. Quase 60% – exatos 58% – nem chegaram a entrar em trabalho de parto, indicação importante de que o bebê está pronto para nascer. A taxa de cesarianas chega a 90% nas maternidades da rede particular e a 52% no Sistema Único de Saúde (SUS).

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O índice é oposto ao que é sugerido pela Organização Mundial de Saúde, que recomenda que apenas 15% dos partos sejam cesarianos. A situação é mais grave na rede particular. Entre as gestantes atendidas em hospitais pagos, o índice de mulheres que desejava cesárea era de 36% no início da gestação. Ao fim dos nove meses, essa proporção havia subido para 67%. E, mesmo entre as que continuavam desejando parto normal, a maioria não conseguiu.

De acordo com a Professora e Fisioterapeuta, Nidiany Medeiro, “ no Brasil o número de cirurgias cesarianas eletivas é bastante elevada e esse panorama precisa mudar. Esta situação aumenta o índice das taxas de mortalidade materna e neonatal. Por isso, é necessário que a comunidade conheça os benefícios da humanização do parto normal e participe desta luta”.

Fonte: Núcleo de Comunicação da Faculdade Chrisfapi

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