Mãe pagou plano funerário uma semana antes do assassinato de advogada em Pedro II

Mãe pagou plano funerário uma semana antes do assassinato de advogada em Pedro II

19 de fevereiro de 2021 às 20:01Por Redação

A investigação do assassinato da advogada Izadora Moura revela que a família seria dividida em núcleos familiares. Nesta quinta-feira (18), o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) ouviu cerca de dez testemunhas em depoimentos que demoraram cerca de 10 horas. Durante diligências em Pedro II, cidade onde ocorreu o crime, foi confirmado que a mãe de Izadora atualizou o plano funerária da família que estava atrasado há dez meses. O pagamento foi realizado na semana anterior ao crime.

O irmão da vítima- o jornalista João Paulo- permanece preso preventivamente. A mãe também pode ter participação no crime. Até o momento, investigação do DHPP aponta que ela teria criado um álibi para proteger o filho.
O advogado Mauro Benício Júnior, nomeado pela OAB Piauí para acompanhar o caso, conta que a informação sobre a atualização do plano funerária foi repassada à OAB e levada ao DHPP.

“O trabalho do delegado Danúbio e da sua equipe tem sido muito bem feito. A OAB está pelas investigações e nisso recebemos essa informação que o plano funerário da família estava atrasado há dez meses e no dia 02 de fevereiro a mãe de Izadora foi lá e pagou. Isso era só uma denúncia, mas repassamos ao DHPP que confirmou que era verdade”, explica Mauro Benício.

FAMÍLIA DIVIDIDA EM NÚCLEOS FAMILIARES

Ele- que mora na cidade e acompanha de perto a investigação- conta que está claro que a família de Izadora era dividida em núcleos familiares. Com a morte do pai de Izadora, falecido há cerca de um ano em decorrência de um câncer- a advogada teria ficado desprotegida.

O Cidadeverde.com divulgou ontem (18) um bilhete em tom de desavenças assinado com o nome de João Paulo e direcionado à advogada Izadora Mourão.

IZADORA TEMIA PELA VIDA

Ao todo, cerca de dez testemunhas foram ouvidas, entre essas, o namorado, a diarista, uma vendedora de roupas que chegou a ser citada na versão da família, o ex-marido, a filha de da vítima e a própria mãe da Izadora que, orientada pelo advogado, ficou em silêncio.    CidadeVerde

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