Polícia suspeita que vídeo de sexo com jovem foi feito por uma 4ª pessoa

Polícia suspeita que vídeo de sexo com jovem foi feito por uma 4ª pessoa

19 de novembro de 2013 às 19:54Por Redação

rebeca

A polícia suspeita que uma quarta pessoa tenha gravado o vídeo íntimo divulgado nas redes sociais no qual a garota Júlia Rebeca, de 17 anos, encontrada morta em seu quarto, aparece fazendo sexo com outros dois adolescentes. A informação foi passada ao G1 pelo advogado da família da garota, Paulo Roberto.

O delegado regional de Parnaíba, Rodrigo Moreira, que acompanha o caso, não passa detalhes da investigação porque o inquérito corre em segredo de justiça. As informações, no entanto, são repassadas à família.

Segundo Paulo Roberto, outro ponto que ainda precisa ser desvendado é quem compartilhou o vídeo nas redes sociais.

“Queremos saber se realmente há uma quarta pessoa com os jovens porque existe a possibilidade de ter sido ela a responsável pelas filmagens e pela divulgação do vídeo. Por isso é muito importante identificar quem era este indivíduo. Caso essa suspeita não seja confirmada, a polícia quer descobrir quem fez as imagens, quem vazou e por que cometeu este ato”, afirma Paulo Roberto.

De acordo com a polícia, Júlia Rebeca foi encontrada pela tia em seu quarto com o fio da prancha alisadora enrolada em seu pescoço, na noite de domingo (10).

O advogado Paulo Roberto diz que um outro vídeo atribuído à garota foi descartado e que tudo não passou de um “boato”. “Encontramos as imagens em um página de pornografia na internet. A mulher que aparece no vídeo não é Júlia Rebeca, mas uma garota de Pernambuco”, revela.

Criação de página na web
Sobre uma página criada na internet para difamar a jovem, o advogado afirma que a família desconhece o perfil. “O inquérito policial identificará todos que estão compartilhando o vídeo e fazendo comentários maldosos sobre a jovem. Além disso, a polícia também vai investigar o crime contra a honra dos dois jovens que também aparecem nas imagens. As pessoas pensam que é possível manter o anonimato na internet, mas não é”, ressalta Paulo Roberto.

Do G1 PI

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