PRF já registrou 96 acidentes nas estradas do Piauí, com 23 mortos

PRF já registrou 96 acidentes nas estradas do Piauí, com 23 mortos

01 de janeiro de 2014 às 22:09Por Rodolfo Valentim

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A operação Fim de Ano da Polícia Rodoviária Federal do Piauí completou nesta quarta-feira (1º) 13 dias. Já foram contabilizados 96 acidentes nas rodovias federais do Piauí, com 23 pessoas mortas e 79 feridos. Esse é um balanço parcial, já que a operação só termina no próximo domingo (5). Até o início da tarde de hoje, na BR-343, o movimento de retorno ainda é tímido.

Até o dia 5 de janeiro muita gente deve voltar para a capital, vindo principalmente do litoral, região Norte do estado. Para o Inspetor da PRF Isaías Segundo, os cuidados com a velocidade devem ser muito observados nesse retorno.

“O que deve acontecer principalmente é que nossos condutores tenham bastante prudência nesse retorno, principalmente na questão do excesso de velocidade. Respeitar os limites, andar a no máximo 100 Km/h. A PRF vai estar atenta, já que tem alguns radares ao longo das rodovias. As principais causas desses acidentes violentos foram excesso de velocidade, ultrapassagem indevida, consumo de bebida alcóolica e desobediência à sinalização”, diz o inspetor.

Isaías ressalta que as rodovias federais do Piauí estão bem conservadas, incluindo a sinalização, mas é preciso ter cuidado e respeitar a sinalização. “As nossas rodovias estão em bom estado de conservação, mas infelizmente são pistas simples, onde o máximo de segurança deve ser a prioridade dos condutores”, afirma.

O inspetor também reforça que a polícia está fiscalizando atentamente o consumo de bebidas alcóolicas, mas que o desrespeito à Lei Seca ainda é grande. “Já nessa operação foram 60 autuações, com 19 pessoas detidas, ou seja, a polícia está atenta, mas as pessoas ainda não respeitam essa questão da ingestão de bebida alcóolica, apesar da fiscalização”, defende.

Isaías ainda comentou as novas regulamentações sobre a fabricação de carros no Brasil, que a partir de hoje (1º) já devem sair da fábrica com airbag e freios ABS para aumentar a segurança, o que para ele não justifica a imprudência. “É mais um item para garantir a sobrevivência dessas pessoas dentro dos veículos, mas a questão humana, a pessoa que dirige o veículo, tem que estar ainda em primeiro lugar”, defende.
G1-PI

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