Secretaria de Meio Ambiente começa a retirada de aguapés no açude Caldeirão de Piripiri

Secretaria de Meio Ambiente começa a retirada de aguapés no açude Caldeirão de Piripiri

07 de julho de 2021 às 21:58Por Redação

A Prefeitura de Piripiri, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Defesa Civil (SEMAD), começou, na última segunda (05), a retirada dos aguapés e do capinzal que surgiu nas águas do açude Caldeirão, distante 9km da cidade, após o período chuvoso.

O fenômeno preocupa a população da região, povoados Caldeirão e Banda, que solicitou a retirada da vegetação, que incide próximo à parede do açude, principalmente na região da torre de medição, mais conhecido como Chapéu.

“Por determinação da prefeita Jôve Oliveira Monteiro, iniciamos esse trabalho para fazer a limpeza do nosso querido Caldeirão. Uma limpeza de suma importância para retirada dos aguapés e do capim, que já é típico do açude”, explica o secretário de Meio Ambiente, Sonny Anderson.

O vereador Dowglas Leonardo (PT), que mora no povoado Caldeirão, ressalta que essa ação é uma obrigação do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (DNOCS), mas a prefeita Jôve Oliveira Monteiro se sensibilizou com o pedido feito por ele, em nome da população local.

“Nós estamos fazendo esse serviço pelo compromisso com a população. Vamos limpar essa margem, e, logo, logo, vamos entregar o açude limpo para os turistas e a população poderem voltar a banhar com tranquilidade no açude Caldeirão” frisa Dowglas Leonardo.

O vereador explica que a vegetação é nativa do Caldeirão e que esse fenômeno acontece todo ano, na época do inverno. “Só que neste ano, por questões climáticas, houve duas chuvas fortíssimas, no final de maio e início de junho, que ocasionou outra sangria do açude. Com isso, vieram muito troncos de árvores, aguapés e essa vegetação que se desprendeu do início do açude e desceu até o sangradouro, o que ocasionou o acúmulo dessa vegetação”, explica o vereador.

Açude Caldeirão
O açude Caldeirão, considerado umas das sete maravilhas do Piauí, foi inaugurado em 1945. A represa é de reponsabilidade do DNOCS e tem um volume acumulado de 54 milhões de m3 de água e uma vazão de 2,16 m3/segundo.

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