Servidora que prestou serviços no Tribunal Regional do Trabalho em Piripiri morre de Covid em Teresina

Servidora que prestou serviços no Tribunal Regional do Trabalho em Piripiri morre de Covid em Teresina

08 de agosto de 2021 às 15:59Por Redação

A servidora do Tribunal Regional do Trabalho do Piauí (TRT), Mônica Santos Rocha Sobral, de 46 anos, morreu neste sábado (7), em decorrência da covid-19, na cidade de Teresina.

De acordo com a nota divulgada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal do Piauí (SINTRAJUFE), a servidora ingressou no tribunal por meio de concurso público em 2008 e foi lotada inicialmente na cidade de Piripiri. Em 2011, Mônica foi transferida para a Coordenadoria de Orçamento e Finanças, em Teresina, onde trabalhou nos últimos 10 anos na Folha de Pagamento do TRT.

A nota do sindicato também informou que a servidora já havia se vacinado contra a covid-19 no dia 5 de julho. Mônica Santos deixou um filho.

“Segundo seus colegas, Mônica vinha trabalhando presencialmente desde outubro de 2020, por opção própria e também por dificuldades de adaptação ao trabalho remoto. A última vez em que esteve no Tribunal foi no dia 5 de julho, mesmo dia que se vacinou e provavelmente já tinha contraído o vírus”, diz trecho da nota.

Confira a nota na íntegra

O Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal do Piauí – SINTRAJUFE – cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento da servidora do Tribunal Regional do Trabalho Mônica Santos Rocha Sobral, ocorrido neste sábado – 7 de agosto – vítima do COVID-19. Ela tinha 46 anos de idade, deixou um filho e uma profusão de sonhos não realizados.

Mônica ingressou no TRT pela estreita e honesta porta do concurso público em 2008, sendo lotada inicialmente na Vara do Trabalho de Piripiri. Em 2011 foi lotada na Coordenadoria de Orçamento e Finanças, em Teresina, onde trabalhou nos últimos 10 anos na Folha de Pagamento do TRT. Sempre atendia a todos e todas com presteza e cordialidade. Segundo seus colegas, Mônica vinha trabalhando presencialmente desde outubro de 2020, por opção própria e também por dificuldades de adaptação ao trabalho remoto. A última vez em que esteve no Tribunal foi no dia 5 de julho, mesmo dia que se vacinou e provavelmente já tinha contraído o vírus.

Ao tempo em que manifesta votos de profunda dores tristeza aos familiares, amigos e colegas de trabalho por essa perda irreparável, o SINTRAJUFE tem por obrigação alertar à alta administração da CORTE de que o retorno açodado ao trabalho presencial, determinado pelo Ato GP 92/2021 – questionado judicialmente pelo SINTRAJUFE, que impetrou Mandado de Segurança, distribuído ao Desembargador Manoel Edilson Cardoso – pode contribuir para que casos lancinantes como esse se proliferem no Tribunal.

O serviço que Mônica desenvolvia, com zelo e profissionalismo, certamente será reposto; a sua vida, infelizmente, não! É preciso evitar que a nossa querida colega seja apenas mais um número nessa desumana estatística de centenas de milhares de mortes em um país sem vacina, sem cuidados e sem respeito à vida.   GP1

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